Os romanos não comiam a maioria das frutas frescas o ano todo. Para a imensa maior parte da população, o consumo de frutas frescas era estritamente sazonal, acompanhando o ciclo natural de colheita da primavera, verão e outono mediterrâneos. No inverno, o cenário mudava drasticamente, e a sobrevivência (ou o prazer de comer uma fruta) dependia de técnicas avançadas de conservação.