A relação de Nabucodonosor II com os templos e deuses babilônicos era de devoção religiosa profunda, patrocínio financeiro e uso estratégico do poder político. Sendo um caldeu (um povo que havia assumido o controle da região há pouco tempo), ele utilizou a religião tradicional como a principal ferramenta para unificar o império e legitimar seu direito ao trono.