Se crianças fossem “pequenos psicopatas em construção”, a humanidade já teria se extinguido há muito tempo ou virado um grande filme de suspense mal escrito.
Na prática, crianças não são “psicopatas em miniatura”; elas são seres humanos em desenvolvimento, ainda aprendendo coisas básicas como empatia, autocontrole, linguagem emocional e regras sociais. O cérebro delas ainda está “em obra”, especialmente as áreas ligadas a julgamento e controle de impulsos.
Por isso existe educação, convivência, limites e afeto: não para “consertar monstros”, mas para organizar potenciais, que podem virar cooperação, criatividade e convivência saudável.