Viver em Nova York na década de 1890 significava habitar uma metrópole em ebulição, marcada por contrastes brutais entre a opulência da "Era Dourada" e a extrema pobreza dos cortiços. A cidade crescia rapidamente, impulsionada pela industrialização e por ondas massivas de imigrantes, formando uma sociedade densa, barulhenta e culturalmente efervescente