Oficialmente, não. A Igreja Católica aboliu a venda de indulgências há séculos. Mas, se ampliarmos o significado da palavra, dá pra dizer que o mecanismo psicológico por trás delas continua existindo. Muitas pessoas ainda procuram formas de aliviar a culpa/melhorar a própria imagem sem necessariamente enfrentar as causas mais profundas dos seus atos. Às vezes isso acontece por meio de dinheiro, de gestos públicos, de discursos que funcionam como "comprovante moral"...