Bem, eu gosto da boa nova do Evangelho, mas não tem sentido decorar versículos se eles não fazem parte da minha vida. Então eu crio uma narrativa que vincule ação e fala. Algo que não precisa ser rigorosamente o "certo", mas aquilo que minimamente é aceito em sociedade, sabendo que terei que ser como que um "advogado" da minha exsitência, através da narrativa.