propósito perverso' não reside na maldade factual, mas sim na dissonância ontológica entre o agir teleológico e a subversão da moralidade imanente.Em termos estritamente contemporâneos, o que qualificamos como 'perverso' é apenas a manifestação refratária de uma hipermorfose axial. Ou seja: quando o sujeito abdica da futilidade do bem absoluto para abraçar a entropia deliberada, ele não está quebrando as regras. Ele está, fundamentalmente, reconfigurando o zeitgeist da própria Matrix relacional através de um viés niilista-dialético.Portanto, o propósito não é o caos pelo caos, mas a desconstrução semiótica da sua própria percepção de ordem.