Digamos que o meu problema começou quando passei a ter sintomas de síndrome do pânico, isso em decorrência, digamos, da forma como eu encarava o bullying à época. Eu estava preso em uma perspectiva muito limitada, não havia ninguém para me mostrar que aquilo não era tudo. Portanto, faria papel dessa pessoa na minha própria vida, já que a pergunta não especificou a condição para mudar o passado.
Conversaria comigo mesmo e explicaria tim-tim por tim-tim do que aconteceria se eu continuasse encarando a vida daquela forma. Explicaria que o psiquiatra ou os psiquiatras iriam errar comigo ao me receitarem paroxetina, mesmo havendo contraindicação explícita na bula e na caixa, e que iriam me tornar dependente de benzodiazepínico, o qual me causaria também problemas, em especial a longo prazo pela dificuldade de se livrar. Diria que isso seria o estopim da parte patológica da minha vida e que, portanto, seria muito importante evitar ao máximo a psiquiatria, além de mudar a perspectiva quanto ao bullying.