Seria como transformar a fé em delivery: você pediria a Santa Ceia pelo app, receberia um “combo sacramental” em casa e avaliaria o serviço.
Mas a ironia é que, ao tentar tornar o sagrado tão prático e rápido quanto um pedido de comida, ele acabaria perdendo justamente aquilo que não cabe em entrega: o sentido de transcendência. Kkkkk