Eu não tentaria resolver a dor imediatamente. Eu aceitaria que ela seria imensa e que levaria tempo. Depois, quando conseguisse respirar um pouco melhor, avaliaria minhas opções sem pressa. Dependendo da situação, poderia considerar uma reversão da operação, ou até adoção. E reconheceria que nenhum outro filho substituiria o que morreu. São amores diferentes, não peças de reposição.