Provavelmente é sensacionalismo.
Aliás, quando o FBI publicou os documentos a respeito de Jeffrey Epstein, foi uma das coisas que mais irritou profundamente. As investigações e os documentos fizeram um trabalho de investigação para separar o que era real do que era fictício... E o que é verdade é que Epstein estava envolvido num esquema de tráfico humano e exploração sexual de menores; e o que era fictício eram as teorias malucas da conspiração de rituais satânicos, canibalismo de crianças, desmembramento de bebês e um monte de coisa. Tudo sensacionalismo para acumular likes nas redes sociais. O Epstein, assim como a família Rothschild, é judeu... Daí essas teorias sempre tem um quê de antissemitismo também.
Com o Marajó, idem... Há muito tempo fala-se que o tráfico humano rola solta em várias partes da Região Norte, principalmente em regiões isoladas como a Ilha do Marajó e entre pessoas vulneráveis como comunidades indígenas e ribeirinhas, e que é principalmente destinado para adoções irregulares e/ou exploração sexual. Muitas vezes, as próprias famílias já são tão paupérrimas que vendem as próprias filhas. E aí depois veio o sensacionalismo com o assunto... Com direito a ministra dos Direitos Humanos da época vir puxar creepypasta de internet sobre bonecas sexuais humanas.
A intenção é muito mais espetacularizar esses casos usando religião do que realmente proteger as vítimas e expor o sistema que permite que isso aconteça.