Minha aparência é a primeira coisa que o mundo vê, mas não é minha parte mais importante. Porque mudará com o tempo, envelhecerá e se transformará.
Será meu caráter, ideias, o modo como trato os outros e a forma como atravesso a vida que deixarão marcas mais duradouras.
Então se gosto da minha aparência, isso será uma fonte de alegria. Se não gosto isso não significa que valho menos.
O verdadeiro desafio talvez não seja amar o espelho, mas impedir que ele tenha a última palavra sobre quem sou.