Faz sentido como uma forma de dar espaço a países que cresceram muito no futebol e antes tinham poucas chances de classificação. Hoje, há seleções na Ásia, África e CONCACAF muito mais competitivas do que há vinte anos. A própria Copa de 2026 mostrou que equipes consideradas "pequenas" conseguiram fazer campanhas muito respeitáveis. Mas 64 seleções me parece um passo além do razoável.