Nem o elogio implica necessariamente a ausência daquela qualidade em quem elogia, nem a crítica implica necessariamente o defeito criticado. Ambos podem ser espelhos: às vezes refletem admiração genuína; outras vezes, desejos, medos, invejas ou conflitos interiores.
No fim, o que dizemos sobre os outros raramente fala apenas dos outros. Também deixa entrever quem somos.