Sim. Quando uma criança demonstra medo intenso, implora repetidamente para não ficar com determinada pessoa ou ir a certo lugar, isso não deve ser tratado como simples “birra”. É um sinal de alerta que precisa ser levado a sério e investigado com cuidado.
Isso não significa presumir que alguém seja culpado, mas ouvir a criança sem pressioná-la ou induzir respostas. Se houver suspeita razoável de violência, abuso, negligência ou qualquer risco à sua integridade, os órgãos responsáveis pela proteção da criança devem ser acionados. Entre ignorar um alerta e averiguar com responsabilidade, a proteção da criança deve vir primeiro.