Descobre que a glândula anal de um animal chamado civeta produz uma secreção almiscarada e animálica que é apreciada como ingrediente de perfumes.
E depois reproduz esse aroma artificialmente para a indústria.
Será que a pessoa pensa: e se eu sair cheirando secreção anal de todos os animais, será que descubro algum interessante para a indústria de perfumes?
Será que alguém, em algum lugar do mundo, tinha uma civeta, e numa noite fria e distante, no meio do mato, asquerosamente resolveu ocupar-se de matar a curiosidade olfativa e cheirar a secreção anal de sua civeta de estimação?
"Snif, snif... Hummm... Isso é muito bom. Vou ficar rico".