Enquanto cidadãos, qualquer um pode se envolver com política.
Todavia, as consequências são claras... Você está expondo a sua denominação religiosa a todo tipo de julgamento. Não dá para dar uma de Silas Malafaia que se envolveu com Bolsonaro até o talo e quando a água bateu na b*nda (escândalos de corrupção, discurso de ódio, e etc) tentou se martirizar como “perseguido por pregar o evangalho” ou “vítima de intolerância religiosa”. Quer se expor com política, arque com as responsabilidades...
Além disso, num Estado laico, políticas públicas devem pautar-se em critérios universais, racionais, verificáveis e publicamente justificáveis, para que possam ser compreendidas, avaliadas e contestadas por quaisquer cidadãos independentemente de fé (ou ausência de fé). Devem ser legitimadas por uma sociedade em coletivo... E não apenas por uma tradição religiosa em particular.