Não, quanto mais cedo formos expostos a rejeição mais cri cri cri ficamos (em alguns casos), então esse foi meu caso...desde a infância/adolescência senti isso.
Não faziam questão de mim, então aprendi abraçar o desapego. Não vejo motivo para paparicar quem me rejeita ou ficar triste por algo do tipo.
Na vida presencial eu sempre gostei de cultivar poucos amigos, mas amizades verdadeiras.
Eu prefiro assim, é melhor cultivar um amor genuíno por um grupo seleto do que um amplo e genérico. Sobra mais tempo para quem importa.
Se alguém que não é tóxico e é excluído, então o problema são os outros.
Abraço.
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