Sim, mas a consideração é sobre os que não votarão por motivos alheios às suas vontades, e são eleitores ativos e ficarão vivos.
A probabilidade se baseia em eventos de pessoas que ficarão vivas e a quantidade relativa é de eleitores.
Há ainda essa possibilidade de evento morte, mas pode se basear, em grande parte, de pessoas que já não são eleitoras, ou já estão inviabilizadas de votar, inclusive devido a doenças, idade avançada, etc.
Nesse grupo de falecimentos também deve haver eleitores ativos, claro, em um percentual menor que o total de falecidos, o que aumenta o número total de eleitores ativos que não votarão, contra a vontade.
O curioso é que os eventos não fatais também ocorrerão no segundo turno, inclusive com a possibilidade de serem outras pessoas, enquanto uma parcela do primeiro turno conseguirá.