Não. O símbolo pode ser o mesmo; aquilo que ele representa, não.
Cristo é o “Leão da tribo de Judá”: autoridade, realeza e vitória. Satanás, em 1 Pedro, apenas ronda “como leão que ruge”: é uma comparação que representa ameaça e destruição.
A linguagem simbólica não confere semelhança em identidade. O fogo aquece e também destrói, sem que uma coisa seja a outra.
Biblicamente, não há dois nomes para o mesmo leão. Há uma mesma figura literária empregada para representar naturezas e propósitos radicalmente distintos.