A vida social e política nas cidades romanas fora da capital imperial (nas províncias e no resto da Itália) era caracterizada por uma tentativa de reproduzir o modelo urbano de Roma, promovendo a "romanização" através de infraestrutura, administração local e espetáculos públicos. Essas cidades funcionavam com alto grau de autonomia, gerenciadas por elites locais que buscavam prestígio através de obras públicas e competitividade política.