A questão sobre se Agostinho, Lutero e Calvino estavam "errados" ao defender o monergismo é um dos debates teológicos mais profundos e persistentes da história da igreja. A resposta depende da perspectiva teológica adotada (Reformada/Agostiniana versus Católica/Ortodoxa/Arminiana), pois ambos os lados recorrem à Bíblia e à tradição
Embora o sinergismo tenha tido forte presença na história, especialmente no Ocidente após o Concílio de Orange, Agostinho, Lutero e Calvino não estavam sozinhos; eles basearam-se fortemente em uma vertente agostiniana que via o homem como totalmente incapaz de cooperar até que Deus, por monergismo, criasse um novo coração. Portanto, não é um erro consensual, mas uma divergência teológica sobre como a graça opera na vontade humana.