Sim.
Embora muitas vezes fora das estruturas oficiais.
Um dos exemplos mais famosos é Trotula de Salerno, ligada à Escola Médica de Salerno (na Itália), um dos poucos centros onde mulheres podiam estudar e ensinar medicina. Ela escreveu textos importantes sobre saúde feminina, especialmente ginecologia e obstetrícia.
Outro caso conhecido é Hildegarda de Bingen, uma abadessa alemã que produziu obras sobre medicina natural, plantas e doenças. Embora não fosse “médica” no sentido moderno, seu conhecimento era amplamente respeitado.