A vida dos zeladores (superintendents ou "supers") de edifícios residenciais em Nova York nos anos 50 era definida por um trabalho intenso, onipresente e, muitas vezes, vivendo no próprio local de trabalho. Eles eram considerados a "espinha dorsal" da manutenção dos prédios, atuando como verdadeiros "faz-tudo" essenciais para o funcionamento da rotina