Se ele seria um "bom" presidente depende do que o eleitor prioriza. Se a prioridade for representatividade e honestidade de propósitos, seus defensores diriam que sim.
Se a prioridade for capacidade técnica e liderança geopolítica, os céticos apontariam a falta de preparo acadêmico e administrativo como um risco alto para a estabilidade do país.