Esta é uma visão próxima da de filósofos como Blaise Pascal e Arthur Schopenhauer.
Eles viam o ser humano constantemente tentando escapar do desconforto de ficar sozinho consigo mesmo.
Porém , penso que nem tudo nasce do tédio. Muitas criações humanas também surgem da curiosidade, da alegria, da necessidade de conexão e do desejo genuíno de conhecer e amar.
O tédio pode ser importante, mas talvez não seja o único combustível da vida.
Só acho.