Numa leitura simbólica, eu vejo a expulsão como a saída da proteção do jardim para enfrentar o esforço, a dor e a consciência da própria finitude. Também reconheço que o relato bíblico fala de desobediência e ruptura com Deus.
Para mim, o choque de realidade foi descobrir que a liberdade de escolher não incluía o privilégio de cancelar as consequências.